Paraquedista em apuros

O paraquedista salta do avião em queda livre de muita adrenalina. Na hora de abrir os paraquedas eles não funcionam. Naquela situação desesperadora, caindo em alta velocidade, ele cruza com um homem que estava subindo tão veloz quanto ele. Aí o paraquedista grita:
- Amigo, você conserta parquedas?
- Não, eu conserto botijão de gás!!!

O programa Encontro, nas manhãs da Globo, com Fátima Bernardes continua patinando. Mesmo assessorada por muitos globais, os temas são velhos, em discussões cansativas. O problema da Fátima, a exemplo do marido Bonner, é que eles se acham muito mais importantes que a Globo. Sou muito mais Ana Maria Braga.

Nos telejornais de Brasília e Goiânia tem muita gente lendo as notícias, sem nenhuma tesão e interpretação e se fazendo de âncora.

Frase do dia: “Sou tão velho que, quando eu era uma criança, o Mar Morto só estava doente”.

Não são apenas os repórteres esportivos que cometem erros linguísticos. Na televisão apresentadores e comentaristas repetem pleonasmos viciosos como: “sorriso no rosto”, “deu de graça”, “elo de ligação”, “subiu pra cima”, etc.etc.

A melhor imagem de todos os dias, no Jornal Nacional é a presença da mulher do tempo, Flávia Freire. Além do que, ela se veste com elegância e bom gosto.

Depois de ver todos os jogos da Eurocopa, fico pensando no futuro da seleção brasileira. Não acredito no técnico Mano Menezes e muito menos neses gatos pingados que ele vem escalando.

Por dinheiro, as pessoas conseguem fazer as piores coisas do mundo. Inclusive trabalhar.

Os motéis, em qualquer lugar do Brasil continuam cheirando mal e demorando muito na hora de entregar a conta. A gente perde a calma, principalmente se a transa foi ruim.

Essa CPMI do Cachoeira já deu o que tinha de dar. Virou uma coisa repetitiva e chata. Solta o homem, deixa ele descansar e depois, se quiser, bota a boca no trombone.

O Estádio Mané Garrincha, de Brasília vai ficar uma beleza. Como o DF não tem futebol, a CBF poderá marcar muitos clássicos do Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul para serem vistos pelos brasilienses.

Com tantos crimes no entorno de Brasília, estuda-se a possivilidade de ser decrato o toque de recolher. A pergunta que não quer calar: e se os marginais mudarem para o Plano Piloto?

O sexo é uma das nove razões pelas quais gostaria de reencontrar. As outras oito são irrelevantes”. Millor Fernandes.
 

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