Úlceras e gastrites
Saúde | 25/06/2012

Úlceras e gastristes

A doença gástrica é uma das mais freqüentes nos dias de hoje, principalmente na população das grandes cidades. Portanto, se você estiver com sintomas como: ardência, queimação, empachamento e azia, pode estar sofrendo desse mal.

A gastrite é caracterizada como: uma inflamação que ocorre nas paredes internas do estômago; a úlcera, como: uma lesão aberta sobre a pele ou sobre qualquer membrana mucosa.

A úlcera e a gastrite são doenças cuja causa vem de vários fatores como: estresse, mal hábito alimentar, tabagismo e, também, a contaminação por uma bactéria (Helicobacter Pyloris) no estômago e intestinos, a qual, por sua vez, é transmissível para outra pessoa pela saliva e por alimentos contaminados.

A prescrição com dosagem de medicação corretos diminui o tempo de tratamento e possibilita que a vida do paciente retorne a sua normalidade; porém, como a auto medicação é comum entre os brasileiros, não raras vezes essas doenças têm seu tratamento e cura dificultados.

A consulta com um especialista em gastroenterologia certamente possibilita ao paciente ter a indicação de exames e prescrição dos medicamentos mais avançados da especialidade, diminuindo, portanto, o tempo de tratamento e recidivas.

Gordura no fígado

O fígado é o responsável pela produção de proteínas para o plasma do sangue. Ele armazena glicose e regula os níveis de aminoácidos e, em conjunto com os rins, limpa os resíduos metabólicos do sangue. Além disso, através da produção da bile (armazenada na vesícula biliar) tem por função auxiliar na digestão das gorduras. No entanto, às vezes, suas funções são prejudicadas pelo excesso de gordura em seu interior.

1 . O que é gordura no fígado?

O depósito de gordura no fígado recebe o nome de esteatose hepática: infiltração de gordura no fígado.
Essa gordura no fígado pode provocar reações clínicas como dor e desconforto abdominal; portanto, sempre é bom realizar exames de rotina (mesmo que não tenha nenhum sintoma), pois muitas pessoas acabam descobrindo que tem essa doença ao fazer exames ultrasonográficos. Outros descobrem que tem a doença ao fazer exames para investigar dor abdominal ou aumento do tamanho do fígado.

2 . Quais os sintomas da esteatose no fígado?

Aproximadamente metade das pessoas com esteatose tem dor abdominal (sensação de peso no abdômem) geralmente desagradável .
Casos mais avançados podem ter sintomas mais intensos, no entanto, a esteatose muitas vezes não apresenta sintomas, sendo descoberta apenas em exames de rotina (exames de sangue, ultrasonografia etc.).

3 . Por que ocorre gordura no sangue (esteatose hepática)?

A causa mais comum é a obesidade: muitas pessoas acima do peso tem infiltração de gordura no fígado.
Essas pessoas podem apresentar sintomas digestivos relacionados a esteatose ou outras doenças digestivas comuns em obesos. Assim, muitos obesos tem sintomas de esofagite de refluxo, tais como azia, queimação no peito ou sensação de líquido que volta para a garganta.

Muitos diabéticos tem esteatose, cujos sintomas podem vir associados aos da diabete.

Pessoas que fazem uso freqüente de álcool também fazem parte do grupo de risco. Algumas vezes essas pessoas podem até chegar a ter hepatite por álcool, cirrose alcoólica etc.

4 . Como diagnosticar e tratar a esteatose (gordura no fígado)?

Além do exame clínico bem feito, o médico muitas vezes recorre a exames laboratoriais. Nos casos de dor abdominal ou desconforto abdominal, deve-se excluir outras causas como doenças do estômago e intestinos. Quando existe uma causa para a esteatose, deve-se corrigi-la para que haja melhora.

Osteoporose

A osteoporose é uma doença preocupante, pois quando a destruição do osso é maior que a sua reparação, o equilíbrio se desfaz tornando-se pouco resistente e incapaz de suportar pequenos traumatismos: o osso, então, quebra-se com maior facilidade.

Osteoporose consiste no enfraquecimento da estrutura interna dos ossos.

O osso é uma estrutura viva que necessita de uma variedade de nutrientes para manter sua força e elasticidade.
A osteoporose caracteriza-se, então, pelo desequilíbrio entre destruição e reparação, enfraquecendo o osso, sua resistência mecânica e, dessa forma, tornando-o muito mais sujeito a fraturas.

As fraturas mais freqüentes são as de vértebras e quadris. As conseqüências: a deformidade na coluna vertebral, perda de estatura e dificuldade de locomoção.

Por causa do aumento da população e tempo médio de vida humana é cada vez maior o número de pessoas na terceira idade e, como estas pessoas são as mais propensas a adquirir a doença, social e economicamente falando, o problema vem se agravando a cada dia.

As principais causas da osteoporose são:

* Envelhecimento;
* Menopausa;
* Dieta pobre em cálcio;
* Propensão familiar.

O diagnóstico da doença ou da tendência a adquirir essa doença pode ser avaliado através de um exame muito sensível que detecta perdas mínimas (mesmo antes da osteoporose se instalar): a Densitometria Óssea. Por causa da sua alta precisão esse exame é também valioso no acompanhamento da evolução da doença, quando já instalada em uma pessoa, permitindo monitorar o tratamento instituído.

Além das mulheres menopausadas, o grupo de risco é formado por pessoas claras ou asiáticas, magras, baixas, com história familiar de osteoporose, fumantes, pessoas que fazem o uso excessivo de álcool ou café, pessoas com dietas pobres em cálcio, pessoas que fazem uso prolongado de alguns medicamentos, as imobilizadas em uma cama ou cadeira de rodas por mais de dois meses, entre outros riscos.

Como prevenção (importantíssima para o sucesso do tratamento), o exame deve ser feito por todas as mulheres a partir de 45 anos de idade e todos os homens a partir dos 55 anos de idade.

O mais importante para o tratamento dessa doença é a prevenção ou diagnóstico precoce. A prevenção é feita através de alimentação equilibrada e rica em cálcio; exposição freqüente ao sol (em horários adequados); atividade física leve freqüente como, por exemplo, caminhar por 40 minutos ou mais, entre 4 a 6 vezes por semana.

Na maioria dos casos, o tratamento permite aumentar a quantidade de osso e, algumas vezes, quando a perda é pequena, pode-se curar por completo a osteoporose. O conhecimento nesta área e as medicações recentemente desenvolvidas permitem, no mínimo, estabilizar a perda óssea.

Converse com seu médico para obter maiores informações.

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