Vila se prepara para receber romeiros do Pai Eterno

Um dos principais pontos de visitação em Trindade, a Vila São Cottolengo prepara atividades diferenciadas que serão desenvolvidas durante a Romaria do Divino Pai Eterno. Com concentração nos três últimos dias de festa (29/06 a 01/07), as ações buscam o envolvimento da sociedade com os pacientes de longa permanência.

Pela manhã e à tarde, programação especial promove este elo.

Assim como ocorre em anos anteriores, a Praça da Amizade, localizada em ambiente interno, abre espaço para apresentações artísticas de pacientes e convidados, muita dança, diversão e devoção. Grupos terapêuticos como a Banda Inclusiva Luar e o Grupo de Expressão Corporal Raio de Luz são presenças confirmadas. Tudo isso além do diferencial da Vila São Cottolengo, que é a acolhida solidária.

Na parte estrutural, a Vila prepara um grande bazar com artigos de decoração e pequenos utensílios artesanais produzidos como oficinas pedagógicas por alunos do Centro de Formação Vida Nova e pelo Serviço de Apoio ao Voluntário. Mudas de plantas do viveiro também são comercializadas por estudantes e professores do Centro de Ensino Especial São Vicente de Paulo.

O visitante ainda pode levar para casa um souvenir contendo a mensagem institucional da Vila, colocados à exposição em um grande bazar. O valor arrecadado com a venda de todos esses artigos é revertido em favor dos 365 pacientes internos mantidos pela Instituição. A expectativa é acolher cerca de 120 mil visitantes ao longo dos 10 dias de festa.

Heleno Nascimento

Contador e servidor público, Heleno Nascimento é candidato a uma cadeira na Câmara Municipal de Goiânia pelo PT, partido no qual milita há mais de 20 anos. Evangélico e um dos pioneiros na Igreja Videira, Heleno teve seu nome homologado na convenção petista realizada na semana passada. Além do apoio de irmãos evangélicos, Heleno tem respaldo político do deputado Luis Cesar Bueno e penetração em vários segmentos organizados da sociedade.

Em defesa de Vanderlan

O deputado Talles Barreto (PTB) afirmou da tribuna que o mundo político de Goiás foi pego de surpresa com a súbita desfiliação do empresário Vanderlan Cardoso do PMDB. De acordo com ele, há uma concentração de poder no partido, que impediria o florescimento de novas lideranças. “O mundo político foi surpreendido com a saída de Vanderlan Cardoso do PMDB. Que situação é essa? Nunca vi nada igual. O partido tem um líder que manda e desmanda, que impede novas lideranças de crescer. Não abre espaço para ninguém nesse partido. Vanderlan foi importante adversário na última eleição a governador. Ele foi prefeito, é valoroso empresário, mas o PMDB não o deixa crescer”, afirmou o petebista.

Em defesa de Iris

O deputado Bruno Peixoto (PMDB) afirmou que os próprios peemedebistas foram surpreendidos com o pedido de desfiliação do empresário Vanderlan Cardoso. De acordo com ele, o partido trabalha diuturnamente em favor de Goiás, razão pela qual deve ser respeitada a trajetória política do ex-governador Iris Rezende. “É verdade que fomos pegos de surpresa com a saída de Vanderlan. Contudo, o PMDB possui história em Goiás. Iris é um líder arrojado, que muito fez pelo Estado. Hoje, é um conselheiro de nosso partido. Tem experiência e competência para isso. Estamos trabalhando cada dia mais para crescer em número de filiados e candidaturas, abrindo espaço para novas lideranças”, afirmou Bruno Peixoto da tribuna da Assembleia, na quinta-feira, 21.

Em defesa de Iris (II)

Da tribuna, o deputado Wagner Siqueira (PMDB) rebateu os comentários de Talles Barreto sobre a súbita desfiliação de Vanderlan Cardoso do partido. De acordo com ele, a legenda sempre abriu espaços para novas lideranças, elencando nomes como Francisco Júnior, que foi presidente da Câmara de Goiânia, e Thiago Peixoto, cujo pai fora indicado ministro de Estado. “Iris Rezende não é coronel. O PMDB vai se agigantar ainda mais em 2012. Devemos eleger mais de 100 prefeitos em Goiás. A desfiliação de Vanderlan é ruim para o partido e para o próprio empresário, mas é preciso respeitar Iris. O PMDB sempre abriu espaço para novas lideranças”, afirmou.

Cidadão aparecidense

Eduardo Genner de Sousa Amorim, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio no Estado de Goiás (Seceg) é o mais novo cidadão aparecidense. Ele recebeu o título honorífico durante sessão solene realizada no auditório do Sesi de Aparecida, presidida pelo vereador João Antônio Borges (PSB) e abrilhantada por centenas de amigos do homenageado. Autor da iniciativa, o vereador Manoel Nascimento (PSDB) em seu discurso destacou o perfil de Eduardo Amorim, bem como os benefícios já prestados por ele ao município, através da unidade do Seceg, no Setor Garavelo. Em nome do empresariado goiano, o presidente da Fecomercio, José Evaristo, também enalteceu as qualidades de Eduardo, tanto como cidadão quanto como sindicalista, lembrando que teve como mestre não apenas o pai dele, Sebastião Amorim, mas também o saudoso Expedito Bezerra. Tarcísio Francisco, procurador do município, falou em nome do prefeito Maguito Vilela, dando as boas vindas ao novo cidadão aparecidense, que, enfatizou, só vem engrandecer ainda mais Aparecida. Em nome da família, discursou a vereadora Regina Amorim (PSDB), de Catalão, prima do homenageado, que o chamou de “tigre” pelo seu dinamismo e coragem em realizar o melhor para o comerciário e o povo em geral. Por fim, discursou Eduardo Amorim, que, emocionado, agradeceu a homenagem e se comprometeu a fazer mais pelo município que o acolhe como filho.

Deputados em pré-campanha

A Assembleia Legislativa possui 41 deputados estaduais e nada menos do que 15 estão em pré-campanha para as eleições municipais deste ano.

A lista dos candidatos é encabeçada pelo presidente do Parlamento, Jardel Sebba (PSDB), que já anunciou disposição para concorrer à Prefeitura de Catalão. A oposição já apresentou dois pré-candidatos: Karlos Cabral (PT), em Rio Verde; e Paulo Cezar Martins (PMDB), em Quirinópolis.

A seguir, a lista dos demais deputados que admitem participar do pleito de 7 de outubro: Jânio Darrot (PSDB - Trindade), Ademir Menezes (PSD - Aparecida de Goiânia), Cristóvão Tormin (PSD -Luziânia), Doutor Joaquim (PSD - Jussara), Elias Júnior (PMN - Goiânia), Evandro Magal (PP - Caldas Novas), Francisco Júnior (PSD - Goiânia), Isaura Lemos (PCdoB - Goiânia), José de Lima (PDT - Anápolis), Nilo Resende (DEM - Goiânia), Sônia Chaves (PSDB - Novo Gama) e Hildo do Candango (PTB - Águas Lindas).

Aparecida - Em Aparecida, a disputa pela prefeitura do município promete ser uma das mais competitivas no Estado de Goiás nessas eleições municipais. De um lado, o prefeito Maguito Vilela (PMDB), que terá como vice o ex-deputado Ozair José, hoje no PT. Do outro, o ex-vice-governador, ex-prefeito de Aparecida e atual deputado Ademir Menezes (PSD), que terá como vice Vettel Martins (PSDB).

CPMI do Cachoeira marca nove depoimentos para esta semana

Comissão ouvirá pessoas ligadas aos governadores de Goiás e do Distrito Federal que, supostamente, teriam ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira.


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com agentes públicos e privados deverá ouvir nove pessoas nesta semana.

Os três primeiros depoentes serão questionados na terça-feira (26), a partir das 10h15, sobre a venda da casa onde o contraventor foi preso em fevereiro deste ano. O imóvel, situado em condomínio de luxo em Goiânia, pertenceu ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Serão ouvidos na terça o ex-assessor de Perillo Lúcio Fiúza Gouthier, que teria presenciado o pagamento do imóvel; Écio Antônio Ribeiro, um dos sócios da empresa Mestra Administração e Participações, em nome da qual a casa foi registrada num cartório em Trindade (GO); e Alexandre Milhomen, arquiteto que trabalhou na reforma da residência.

Na quarta-feira (27), também às 10h15, serão ouvidas outras três pessoas ligadas ao governador de Goiás:

* Jayme Eduardo Rincón: ex-tesoureiro da campanha de Perillo ao governo do estado em 2010, é presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop) e foi citado em ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal (PF). Segundo as investigações, foram depositados R$ 600 mil pelo grupo de Cachoeira na conta da empresa Rental Frota Ltda., que tem Jayme como um dos sócios, com 33% de participação. A Rental já confirmou o pagamento, mas diz que se refere à venda de 28 veículos usados. Da primeira vez em que foi convocado, em 30 de maio, Jayme alegou problemas de saúde para não comparecer;

* Eliane Gonçalves Pinheiro: ex-chefe de gabinete de Marconi Perillo, ela é acusada de repassar informações sobre operações policiais. Segundo a PF, ela avisou Geraldo Messias, prefeito de Águas Lindas (GO), que agentes fariam uma operação de busca na casa dele numa operação de combate a fraudes contra a Receita Federal em Goiás. Logo que as denúncias vieram à tona, ela pediu exoneração. Da primeira vez que foi convocada, Eliane conseguiu habeas corpus para ter o direito de permanecer em silêncio e também alegou problemas de saúde para não comparecer;

* Luiz Carlos Bordoni: o radialista afirmou, em entrevista à imprensa, ter recebido dinheiro da Alberto & Pantoja Construções para prestar serviço à campanha de Marconi Perillo ao governo de Goiás em 2010. Segundo a PF, a Alberto & Pantoja é uma empresa de fachada de Carlinhos Cachoeira para lavar dinheiro da empreiteira Delta Construções S.A. Parte do pagamento, no valor de R$ 45 mil, foi feito em um depósito na conta da filha do radialista, Bruna Bordoni, que já trabalhou no gabinete do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). Também à imprensa, o radialista afirmou que outra parte do pagamento foi feita diretamente por Perillo. O governador goiano negou o fato por meio de nota oficial, informando que “jamais fez pagamentos a quem quer que seja” e que sempre recebeu jornalistas em seu escritório, incluindo Bordoni, mas para conversas sobre temas políticos da época. Agora, Bordoni está sendo processado por Perillo.

Na quinta-feira (28), às 10h15, a CPI colhe depoimentos para buscar esclarecer fatos relacionados ao governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz (PT). Serão ouvidos:

* Cláudio Monteiro: ex-chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, foi citado em escutas telefônicas como possível facilitador do esquema de Cachoeira no governo do DF. À CPI, Agnelo afirmou não ter conhecimento sobre qualquer proximidade de Monteiro com Cachoeira e defendeu seu ex-subordinado;

* Marcello de Oliveira Lopes: também conhecido como Marcelão, é ex-assessor da Casa Militar do DF. Segundo a polícia, ele estava envolvido na tentativa de conseguir a nomeação de um aliado de Cachoeira no Serviço de Limpeza Urbana (SLU) da capital. Agnelo relatou à CPI que, logo depois que se tornaram públicas as denúncias, Marcelão foi afastado;

* João Carlos Feitoza: ex-subsecretário de Esportes do DF, também conhecido como Zunga, é suspeito de receber dinheiro do grupo de Cachoeira e também de ser uma espécie de contato entre o governador Agnelo e o contraventor.

As reuniões da CPMI do Cachoeira são realizadas na sala 2 da Ala Nilo Coelho, do Senado Federal.

Fonte: Ag.Câmara

 

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