Nas tragédias do Brasil a gente vê os bombeiros fazendo o papel de coveiros às avessas, tirando corpos da terra.

Se alguém constrói onde não pode, em lugar de perigo, e o poder público deixa, o responsável é o poder público.

No Brasil o governo decreta estado de calamidade para desenterrar cadáveres, e não antes da tragédia, para salvar vidas.

O que acontece no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas é a resposta da natureza que não aceita maus tratos. Brasília que se prepare, porque pode estar na lista da vingança.

Por que a Globo insiste em mostrar o Haiti, se a desgraça está em nossos morros e o desespero é diário em nossos hospitais?

Pobre ou rico, todos tem o direito a ter um carro. O que não pode é o poder público esquecer das ruas e estradas, endividando a população nas concessionárias e oficinas mecanicas.

Ana Paula Arósio teve coragem de chutar a bandeira da Globo. Cansou de fazer novelas idiotas. Ana Paula merece uma vida melhor, pelo seu talento e beleza.

A notícia chega pelo IBGE: 71% das separações solicitadas por mulheres foram motivadas por traições.

Pneu furado ensina duas coisas: que a solidariedade existe no trânsito e, que não é difícil descobrir onde fica o macaco.

Recado aos homens: as mulheres não gostam daqueles que usam tênis fora da academia. E detestam homens de camisa aberta mostrando o peito.

Muita gente contando nos dedos os dias, não, para a chegada do carnaval, mas, para ficar livre deste chatérrimo horário de verão.

Como dizia o Lula: “O pobrema do Brasil não é a economia. O pobrema do Brasil é a inducação e a inguinorança dos políticos”.

Frequentadores e apaixonados pelo Rio Araguaia reclamam da Globo, que não tem explorado toda beleza da região que dá nome à história da novela das 18 horas.

Comer fora, em Goiânia e Brasília ficou mais caro. A carne bovina forçou o aumento dos preços nos cardápios de bares e restaurantes, que entraram em 2011, com 20% mais altos.

Tem gente que telefona, pelo celular, deixando o número oculto e quer ser atendida. Você abre a porta da sua casa para um desconhecido?


Essa é ótima


A mulher dirigia seu carrinho conversível quando, ao parar no sinal, foi abordada pela mendiga, maltrapilha e maltratada, que lhe pediu dinheiro para a comida.
-Não dou dinheiro, mas entre aqui no carro que esta noite você vai jantar comigo e meu marido.
A mendiga pasma, retruca:
- Seu marido não vai gostar. Estou descabelada, descalça e com esses trapos.
- Não faz mal, só quero que ele veja como fica uma mulher quando não vai às compras e nem ao salão de beleza.
 

Bookmark e Compartilhe